Paradoxo Pensativo
Anônimo
? Antonimo
Platonico
Uma questão debatida atualmente sem CENSURA
E SEM RESPOSTA!
UMA QUESTÃO DE EXTREMA IMPORTÂNCIA ATUALMENTE, DEBATIDA PORÉM MAL
RESOLVIDA ,SÃO OS CIBERCRIMES E CIBERBULLING.
NO NOSSO PAÍS ESTES CRIMES SÃO IMPUNES, SENDO QUE SE FOR VITIMA, NÃO TEM
A QUEM RECORRER E PRESTAR QUEIXA.
PARA UM PAIS QUE QUER ADOTAR NOVAS MEDIDAS JUDICIAIS, ESTA AÍ UMA
QUESTÃO IMPUNE DE INVESTIGAÇÕES MAIS PROFUNDAS.
ISSO É EXTREMAMENTE DANOSO A VITIMA, SEJA NA QUESTÃO DE VALORES MORAIS,
PRIVATIVAS , ENFIM É DIGNA DE PUNIÇÃO ASSIM COMO CRIMES EDIONDOS.
MAS COMO DITO ANTERIORMENTE ,A LEGISLAÇÃO AQUI É EXTREMAMENTE ATRA
SADA E POLITICAS TECNOLOGICAS NÃO SÃO DEBATIDAS NA AMPLITUDE QUE DEVERIAM
SER.
QUALQUER E TODO TIPO DE ASSÉDIO E CRIME CIBERNÉTICO DEVERIA SER APURADO
E DEBATIDO POR AUTORIDADES COMPETENTES, O QUE DE FATO NÃO ACONTECE
ISSO OCORRE DEVIDO AO ANONIMATO DOS CRIMES QUE POR SUA MAIORIA NÃO
PODEM SER DETECTADOS OU SE SÃO, NÃO LEVAM A SÉRIO E NÃO PROCEDEM COM
TAL QUESTÃO.
CIBERCRIME É SIM DANOSO POIS TODA SUA PRIVACIDADE É EXPOSTA AO”SETE
LEOS “, OU SEJA , TODA E QUALQUER AÇÃO, IDÉIA OU ATITUDE SÃO VIGIADAS, SENDO
QUE VOCÊ NÃO PODE EXPOR DE MANEIRA PRIVATIVA O QUE REALMENTE PENSA
OU DEIXA DE PENSAR, NÃO PODE EXPOR COISAS QUE ADVEM DO SEU CARÁTER E
DE SUA EDUCAÇÃO.
ESTE ASSÉDIO É DE EXTREMO DANO MORAL, PSIQUÍCO E FISÍCO
ENTÃO TRATEMOS CIBERCRIMES COMO CRIMES DIGNOS DE PUNIÇÃO, ADEQUEM
A LEGISLAÇÃO E COLOQUEM “LIMITES” NA LEGISLAÇÃO, POIS É INADMISSIVEL UM
PAÍS QUE SE DIZ EMERGENTE SER TÃO ATRASADO COM RELAÇÃO A ATITUDES DIGNAS
DE PUNIÇÕES SEVERAS.
UM OLHAR ELÊTRONICO É PRECISO PARA QUE VIOLAÇÕES COMO ESTAS NÃO
PREJUDIQUEM PESSOAS.
A
Imagem! = Resposta?
O paradoxo que se cria quando se ve a
determinada imagem, seja qual for pessoal
,profissional as vezes não condiz com
o que se pensa sobre alguém.
Isso é um fato muito comum denominado
Pré Jugamento, ou o Pré-conceito, o
qual tem que ser debatido frente a varias
frentes da sociedade.
Porém a imagem é a “alma do negócio”,
ou seja se você não se adequa a certos
padrões está determinado a ser taxado de
uma série de coisas a qual não condizem
a seu respeito.
Sei que existe o conceito “uma imagem
vale mais do que mil palavras”, porém é
de extrema importância analizar também
o “conteúdo”, ou seja o rótulo é muito
superficial e pode mudar conforme muda
o foco.
O politicamente correto pode ser incorreto
depende “da maneira”, ou vice e versa,
O conceito “julgamento” é algo muito forte
, e isso acaba tornando algo inexoravel e
imposto.
Pontos de vistas diversos sobre determinado
aspecto ou situação são a melhor
forma de chegar a um consenso sobre um
ponto de vista.
E este nunca pode ser determinado o
PONTO FINAL, pois assim como tudo é
mútavel a todo instante, pensamentos e julgamentos
são mútaveis a todo o instante.
Então a Resposta para o paradoxo pensativo
é o de resiliencia do pensamento ,
que desenvolve multiplas maneiras de se
enxergar o mundo e as coisas, que estão
em constante processo de progresso, ou
degradação.
A tecnologia tem de progredir de acordo
com o fluxo informativo, demandando
constantes atualizações e renovações.
Pensando desta forma, o mundo gira em
torno das informações,associadas com a
imagem, e seus compartilhamentos,
Dai surgem Aldeias globais de informação.
Para chegar a um “PORQUE’’ pense, repense ,pare e
analize.
Por que existem conceitos exatos?
Porque existem PRÉ -julgamentos ,sendo o que se
acontecendo fatidicamente, pode ser uma forma
Superficial.
Ante pontos de vista, seja por condição financeira,
pelo passadoo, oou até mesmo pelo presemte, o principal
é não tirar conclusões precipitadas.
Vitor Barrionuevo
FATORES EXTERNOS QUE INFLUÊNCIAM QUASE TUDO...
Vivemos em uma época em que os fatores determinados externos influênciam, toda a maneira de ser de uma
atitude interna, ou seja , tomada de decisões, constituições, refletem nas influêcias.Isso advem do avanço técnológico
,que ao mesmo tempo em que “coloca” o mundo em suas mãos, também ditam influências informativas.
São fatores determinados pela globalização e pelo “american way of llfe”, que influencia de maneira direta
todas as formas de sermos, pensarmos e agirmos.
A maneira de pensar , a educação ,já não é questão de um governo interno , mas sim de politicas que detem
informações, ou seja , os paises desenvolvidos exercem total ,digamos que, controle das informações repassadas
aos determinados “subdesenvolvidos”.
Seja qual divergência, somos feitos e programados para comprar e vender, ganhar e perder , o fator competitivo
é extremo, em todas ás facetas de nossa vida.
QUem estimula essa “competição” são econômias externas, como observamos atualmente, refletindo na crise
atual e na recessão, o que agrava a “briga pelo petróleo”, e consequentemente a economia interna.
Por isso fatores externos influenciam quase que a totalidade como se é observado.
A tecnologia é demandada por grande potências mundiais, que as repassam para paises emergentes com alto
custo e taxas abusivas.
E essa tecnologia avança de modo frenético, o que demanda mais informação e consequentemente um poder
persuasivo maior.
Se você não possui acesso a tais meios, fica obsoleto e desinformado.
Meios de comunicação em massa são tendênciosos, e com alto padrão coasivo de formação de opnião.
Para não sofrer “lavagem “ cerebral, o melhor meio de se manter informado é a imparcialidade e o racicinio
com relação a certos padrões impostos.
O “perfeito-mais -que perfeito” só existe em tese e no nosso vocabulário, pois não existe padrões perfeitos .
Quando nos comparamos a outrem, ou a padrões, estamos tirando base com relação a fatores EXTERNOS.
Por isso para que não julguemos e não sejamos julgados , pois cada um possui uma personalidade, não se
deve tirar uma base por fatores externos.
O externo pode fazer toda a diferença no interno , pois opniões erráticas podem sim deferir opniões corretas,
opniões inadequadas podem sim causar opniões adversas, e questionamento pode sim levar a uma mudança
tanto comportamental , quanto sócio-educativa.
Por isso o melhor é ter uma base consistente e não se deixar levar por opniões externas.
